- Quer ser um Web designer ?
- Faça o cursso de X HTML e se torne um criador de paginas
- na internet.
- aula html
- Universidade XTI - (X)HTML - 01. Introdução
- Universidade XTI - (X)HTML - 02. Estrutura Básica (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 03. Estrutura Básica (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 04. Cabeçalhos e Parágrafos (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 05. Cabeçalhos e Parágrafos (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 06. Elementos Inline (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 07. Elementos Inline (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 08. Cores - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 09. Imagens - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 10. Edição de Imagens (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 11. Edição de Imagens (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 12. Listas (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 13. Listas (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 14. Elementos de Bloco - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 15. Links Introdução - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 16. Links Relativos - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 17. Links Internos - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 18. Links Email, Call, Chat - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 19. Imagens Mapeadas - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 20. Divs e Spans - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 21. Tabelas Introdução - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 22. Tabelas th head foot - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 23. Formulário Controles (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 24. Formulário Controles (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 25. Formulário Acessibilidade (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 26. Formulário Acessibilidade (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 27. Caracteres Especiais & Encoding - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 28. W3C, Versões, HTML5 - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 29. Doctypes e Validadores (Parte1) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 30. Doctypes e Validadores (Parte2) - YouTube
- Universidade XTI - (X)HTML - 31. Certificação - YouTube
segunda-feira, 12 de março de 2012
Cursso X HTML Web designer
sexta-feira, 9 de março de 2012
primeiro computador do mundo
Projetado para calcular rotas estratégicas durante o ataque aos países do Eixo, durante a Segunda Guerra Mundial, o Integrador E Calculador Numérico Elétrico – ENIAC (sigla em inglês para Electrical Numerical Integrator and Calculator) completou em 2006, 60 anos de idade.
Apesar de seu projeto e construção terem sidos iniciados em 1943, sua conclusão e lançamento deram-se somente três anos mais tarde, mais precisamente em 14 de fevereiro de 1946. Com cerca de 30 toneladas, 5,5 metros de altura, 25 metros de comprimento, 70 mil resistores e, aproximadamente 18 mil válvulas a vácuo, o gigante ocupava 180 metros quadrados, a área de um ginásio esportivo.
Apesar de seu tamanho e robustez, o ENIAC nada mais era do que uma grande calculadora. Com seus 6 mil interruptores, era necessário uma equipe de 80 pessoas para operá-lo. Essas pessoas (geralmente mulheres), que davam ao ENIAC as instruções necessárias para este computar, eram chamadas COMPUTADORAS. Entretanto, anos mais tarde o termo passou a ser usado para designar a máquina, que efetuava os cálculos.
Voltando ao ENIAC, os cálculos que, manualmente chegavam a demorar 12 horas para obter-se um resultado, eram resolvidos em alucinantes 30 segundos pelo gigante de metal e resistores. Cada um de seus interruptores correspondia a uma informação para o cálculo, representados por ligado e desligado (1 e 0, respectivamente). Por esse motivo, os botões de Liga/Desliga de grande parte dos equipamentos apresentam o desenho de um círculo com um “risquinho” vertical.
Após dez anos de operação, o ENIAC foi desativado. Haviam surgido equipamentos com maior capacidade e menor tamanho e custo. Em 1955 um computador pesava “somente” 3 toneladas e consumiam 50 kwatts de potencia, contra 200 kwatts ferozmente consumidos pelo ENIAC.
Mesmo após tanto tempo depois de sua criação pelos professores John Mauchly, e J. Presper Eckert, o primeiro computador ainda é lembrado por muitos aficcionados por eletrônicos (principalmente computadores), e pode ser visto em diversos museus pelo mundo, como o Smithsonian em Washington D.C. e no local preciso onde foi construído, na Moore School for Electrical Engineering da Universidade da Pensilvânia.
História da Internet
A ARPANET funcionava através de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que é um sistema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos pacotes, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original. O ataque inimigo nunca aconteceu, mas o que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não sabia era que dava início ao maior fenômeno midiático do século 20', único meio de comunicação que em apenas 4 anos conseguiria atingir cerca de 50 milhões de pessoas.
Em 29 de Outubro de 1969 ocorreu a transmissão do que pode ser considerado o primeiro E-mail da história.[1] O texto desse primeiro e-mail seria "LOGIN", conforme desejava o Professor Leonard Kleinrock da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), mas o computador no Stanford Research Institute, que recebia a mensagem, parou de funcionar após receber a letra "O".
Já na década de 1970, a tensão entre URSS e EUA diminui. As duas potências entram definitivamente naquilo em que a história se encarregou de chamar de Coexistência Pacífica. Não havendo mais a iminência de um ataque imediato, o governo dos EUA permitiu que pesquisadores que desenvolvessem, nas suas respectivas universidades, estudos na área de defesa pudessem também entrar na ARPANET. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela.
Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores como também os alunos e os amigos dos alunos, tiveram acesso aos estudos já empreendidos e somaram esforços para aperfeiçoá-los. Houve uma época nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, já que a diversão estava em montá-los.
A mesma lógica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou não em uma utopia de difusão da informação, contribuíram decisivamente para a formação da Internet como hoje é conhecida. A tal ponto que o sociólogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou no livro A Galáxia da Internet (2003) que A Internet é, acima de tudo, uma criação cultural.
Um sistema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse encaminhado de uma rede para outra. Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.
Cientista Tim Berners-Lee, do CERN, criou a World Wide Web em 1992.
A empresa norte-americana Netscape criou o protocolo HTTPS (HyperText Transfer Protocol Secure ), possibilitando o envio de dados criptografados para transações comercias pela internet.
Por fim, vale destacar que já em 1992, o então senador Al Gore, já falava na Superhighway of Information. Essa "super-estrada da informação" tinha como unidade básica de funcionamento a troca, compartilhamento e fluxo contínuo de informações pelos quatro cantos do mundo através de uma rede mundial, a Internet. O que se pode notar é que o interesse mundial aliado ao interesse comercial, que evidentemente observava o potencial financeiro e rentável daquela "novidade", proporcionou o boom (explosão) e a popularização da Internet na década de 1990. Até 2003, cerca de mais de 600 milhões de pessoas estavam conectadas à rede. Segundo a Internet World Estatistics, em junho de 2007 este número se aproxima de 1 bilhão e 234 milhões de usuários.
Promovido ao topo do serviço de processamento de informação na DARPA, Robert Taylor pretendia realizar as ideias de Licklider de sistemas de rede interconectado. Com Larry Roberts do MIT, ele começou o projeto para a construção da rede em questão. A primeira conexão ARPNET foi estabelecida entre a Universidade da California em Los Angeles e o Instituto de Pesquisa de Stanford as 22h30 do dia 29 de outubro de 1969.
Em 5 de dezembro de 1969, uma rede de 4 nós foi conectada pela adição da Universidade de Utah e a Universidade da California,Santa Barbara. Baseado em ideias desenvolvidas no ALOHAnet, o ARPANET evoluiu rapidamente. Em 1981, o numero de hospedeiros cresceu para 213, com um novo hospedeiro sendo adicionado aproximadamente de 20 em 20 dias.[2]
ARPANET se tornou o núcleo técnico do que poderia se tornar a Internet, e uma ferramenta primária no desenvolvimento de tecnologias utilizadas na época. O desenvolvimento da ARPANET foi centrado em torno de processos RFC[1] ( Request for Comments),ainda usado atualmente para ofertar e distribuir Protocolos de Internet e sistemas.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disco rígido
História do disco rígido
O primeiro disco rígido foi construído pela IBM em 1956, e foi lançado em 16 de Setembro de 1957.[3] Era formado por 50 discos magnéticos contendo 50 000 setores, sendo que cada um suportava 100 caracteres alfanuméricos, totalizando uma capacidade de 5 megabytes, incrível para a época. Este primeiro disco rígido foi chamado de 305 RAMAC (Random Access Method of Accounting and Control) e tinha dimensões de 152,4 centímetros de comprimento, 172,72 centimetros de largura e 73,66 centímetros de altura.[3]
Em 1973 a IBM lançou o modelo 3340 Winchester, com dois pratos de 30 megabytes e tempo de acesso de 30 milissegundos. Assim criou-se o termo 30/30 Winchester (uma referência à espingarda Winchester 30/30), termo muito usado antigamente para designar HDs de qualquer espécie. Ainda no início da década de 1980, os discos rígidos eram muito caros e modelos de 10 megabytes custavam quase 2 mil dólares americanos, enquanto em 2009 compramos modelos de 1.5 terabyte por pouco mais de 100 dólares. Ainda no começo dos anos 80, a mesma IBM fez uso de uma versão pack de discos de 80 megabytes, usado nos sistemas IBM Virtual Machine. Os discos rigidos foram criados originalmente para serem usados em computadores em geral.
Mas no século 21 as aplicações para esse tipo de disco foram expandidas e agora são usados em câmeras filmadoras, ou camcorders nos Estados Unidos; tocadores de música como Ipod, mp3 player; PDAs; videogames, e até em celulares. Para exemplos em videogames temos o Xbox360 e o Playstation 3, lançados em 2005 e 2006 respectivamente, com esse diferencial, embora a Microsoft já tivesse lançado seu primeiro Xbox (em 2001) com disco rígido convencional embutido. Já para celular os primeiros a terem essa tecnologia foram os da Nokia e da Samsung.[4] E também devemos lembrar que atualmente o disco rigido não é só interno, existem também os externos, que possibilitam o transporte de grandes quantidades de dados entre computadores sem a necessidade de rede.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Assinar:
Comentários (Atom)